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quarta-feira, 26 de novembro de 2008

O balde mágico

Era uma vez um menino chamado Charlie. Charlie adorava brincar na areia com seus baldinhos. Um dia Charlie foi na loja de brinquedos com sua mãe e comprou um balde novo. Ele escolheu um balde verde com um pirulito.

Quando Charlie chegou em casa foi logo brincar com seu balde na areia. Quando ele colocou sua pá dentro do balde, a pá caiu e pufff, sumiu! Mas Charlie não tinha tirado a pá de dentro do balde!


De repente Charlie teve uma idéia. Enfiou os dois pés dentro do balde e puffff, foi parar dentro do balde. Charlie chegou em um mundo onde tudo era feito de doces. Ele andou um pouquinho e viu algumas casas feitas de doces, o sol era de M&Ms.

Tocou a campainha da primeira casa e adivinhem! Um biscoito abriu a porto e disse:
- Você não é desse país, é?
- Não, respondeu Charlie.
- Então seja bem vindo! Saia daqui e construa uma casa só para você.


Charlie saiu de lá e construiu uma casa de doces só para ele e viveu feliz para sempre com seu balde mágico e sua casa de doces.

domingo, 26 de outubro de 2008

o polvo que não era polvo

Vocês lembram desse post aqui sobre o Polvo Pernudo? Ele é um erro de comunicação. Eu aprendi o que é isso: é quando a gente fala uma coisa e a pessoa entende outra.

A história é assim: eu e a mamãe estávamos no carro e como não tinha trânsito a gente começou a inventar a história. Depois em casa eu digitei o texto no blog e, como sempre, a mamãe leu e corrigiu os erros. Só que um dos erros que ela corrigiu não era erro! Ela entendeu o tempo todo que era Polvo Pernudo e eu o tempo todo falei Povo Pernudo, ou seja, pessoas de perna grande!!!!

Eu bem que achei esquisito na hora, porque todo polvo é pernudo. Eu queria falar de pessoas pernudas, bem grandessss. Mas não falei nada, porque mãe é mãe. Outro dia, no carro, como não tinha trânsito, a mamãe disse: iiihh, o polvo pernudo deve estar lá embaixo de novo. Aí eu não pude deixar de falar e ela morrendo de rir me ensinou o que um dos grandes problemas de gente grande era esse: falar uma coisa e entender outra. Sempre dá confusão.

Leiam a história de novo, tirem o L e vejam se não fica mais legal. Mãe tem cada idéia...

Ahh!

1. Como cortei o cabelo, o vovô me deu os 50,00! Tô rica! E todo mundo lá na casa da vovó, principalmente o Tio Luquinhas e o Antonino falaram que vão deixar o cabelo ficar black power só para o vovô pagar 50,00. Morri de rir.

2. Hoje aprendi uma musiquinha da borboleta azul com o tio Salvinho, nem conto! Tem palavrão! A mamãe não achou muito bom não. Falou que eu saio de lá com um monte de besteira na orelha (depois eu conto a história). É mentira! Na verdade, eles conversam comigo sem achar que sou bocó.

3. Depois de muita demora, chegou minha bicicleta do dia das crianças. Linda, vejam só!

quarta-feira, 15 de outubro de 2008

primavera

A linda primavera chegou! Os pássaros cantam e as flores se abrem. A chuva cai e os animais saem de suas tocas para aproveitar esta linda estação! Aproveite esta estação você também. Saia de casa, vá para a piscina e convide seus amigos!


Olha que linda essa imagem que eu descobri no catálogo da Casa Fiat de Cultura. É do quadro Primavera, pintado em 1478 pelo italiano Sandro Botticelli. As pessoas são: Mercúrio à esquerda, ao seu lado as 3 Graças(!), ao centro Vênus, ao lado dela a deusa Flora e a ninfa Chloris, que solta flores pela boca quando soprada pelo deus Zephir.

(!) Eu não sabia quem eram as 3 Graças, achei engraçado o nome. Pesquisei no Google com ajuda da mamãe e achei, olha que legal:

As Três Graças nasceram da união entre Zeus e Eurínome, filha do Oceano. Eram jubilosoas, as companheiras e aias sempre jovens de Afrodite. Delas emana o deleite com a vida e a fruição da arte, da música e do amor. Seus nomes eram Tália (a que traz flores), Aglaia (brilho e esplendor) e Eufrosine (júbilo e alegria).

Zeus teria atribuído dons especiais às "Cárites", três Deusas do séquito da carismática-mor, Afrodite, Deusa do amor e da beleza. A função do trio era animar os banquetes. Possuíam a graça dos movimentos, pois eram Deusas da dança e dos modos, sendo ainda, sempre gentis e educadas. Também eram Deusas da graça do amor. Elas cuidavam de Afrodite e a adornavam quando de suas incursões sedutoras, vestindo-a e arrumando-lhe os cabelos.

Nas primeiras representações plásticas, as Graças apareciam vestidas; mais tarde, contudo, foram representadas como jovens desnudas, de mãos dadas; duas das Graças olham numa direção e a terceira, na direção oposta. Esse modelo, do qual se conserva um grupo escultórico da época helenística, foi o que se transferiu ao Renascimento e originou quadros célebres como "A primavera", de Botticelli, e "As três Graças", de Rubens.

Na Idade Média, as três artes liberais básicas nas universidades (gramática, retórica e lógica, o chamado Trivium) estavam com elas relacionadas.

...

Os seus símbolos eram a rosa, o ramo de mirto e um par de dados.

Das Graças, nós herdamos expressões como "ficar em estado de graça" e ansiamos desde aí pelas "graças de Deus". Herdamos também o anseio de reunir numa palavra esse estado de beleza e alegria que, embora sendo dádiva ou presente divino, é fruto de um esforço humano.

Elas dispensam as homens não somente a alegria, a igualdade de humor, mas ainda a liberdade, a eloqüência e a prudência.

...

A dádiva das Graças, dá mais sabor a nossas vidas e nos faz sonhar, além de inspirar os nossos pequenos afazeres humanos, transformando-os em pequenos milagres.

Quando estamos em "estado de graça", o espírito das Três Graças está conosco de uma forma peculiar e miraculosa, diferente de tudo que acontece nas nossas vidas cotidianas. Isto porque, no Reino do Amor não existe competições, não existe possessividade ou controle. Quanto mais amor se distribuir, mais amor se terá. O ritmo secreto do universo é o Amor, que move as estrelas e os planetas. O amor é a origem, o centro e o destino de nossas experiências.

Mesmo sem motivo, mesmo sem razão, relaxe, levante os cantos da boca e dê um sorriso. Só isso já é capaz de fazer nosso cérebro mudar de direção e prestar atenção na passagem suave e cheia de encanto das Três Graças pelas nossas vidas

O texto foi pesquisado e desenvolvido pela Rosane Volpatto.

sexta-feira, 15 de agosto de 2008

História da Menina com Catapora

Era uma vez uma menina que estava com catapora.

Ela não podia sair lá fora.

Ela ficava com muito tédio.

A mae só dava para ela comer canja

E suco de laranja.

sábado, 14 de junho de 2008