Hoje eu aprendi o que é um dia de bode. É aquele dia que você não tem nada prá fazer, o tempo também não colabora - está bem friozinho e nublado - e está todo mundo com preguiça. É hoje, domingo!

São 15h40 e eu ainda não tirei o pijama, também não escovei os dentes e nem larguei o travesseiro e a coberta. Só troquei de lugar: sai da cama e fui para o sofá! Só levantei para almoçar. Até o sorvete eu tomei no sofá.
Mas tem um porquê, além do tempo e da preguiça, ontem eu tive aula - é... alguns sábados eu tenho aula. Depois fui na casa da minha amiga Isadora porque foi aniversário dela, depois fui para uma festa e quando cheguei em casa já era muito tarde. Fui dormir depois de muito trololó as 23h30 e acordei as 08h. É claro que eu ia ficar com preguiça, né?!
Agora é que resolvi levantar para tomar banho e escrever este post. Daqui a pouco vou para a casa da vovó ZeLinda (vovó Zélia). Aí a coisa muda um pouco. Todo mundo vai prá casa da Vovó, todo mundo conversa, ri e brinca. Eu gosto muito de ficar com o vovô e a vovó. Depois vou até fazer um post sobre eles.
Eu tenho uma tia, a tia Fabi, que quase todos os dias da vida dela vai ao cinema. Inclusive no dia que eu nasci, depois que ela me visitou no hospital, ela foi assistir Shrek I, vocês acreditam?! Então, essa minha tia, em outro domingo (quase) de bode me contou sobre um filme... eu estava sentada na mesa na casa da vovó e ela começou a contar uma história de um moço que fugiu de casa e foi para o Alaska. Lá ele não tinha nada para comer e ficou lendo um livro que dava umas dicas sobre o que comer no Alaska. Seguindo as informações do livro ele pegou uma planta, mas era a planta errada e como sempre acontece, a planta era venenosa. Ai ele morreu, né?!
Por causa dessa história eu tive um pesadêlo (uhauhauhauha). O meu sonho foi assim: esse moço já tinha comido a planta quando encontrou um outro moço que tinha um ônibus mágico. O dono do ônibus foi pegar uma coisa dentro do ônibus (aí começou uma
música assustadora) e quando ele voltou, o moço envenenado estava caído no chão mortinho da silva! Quando o moço do ônibus olhou bem direitinho viu os olhos do morto brilhando! Então ele tentou soltar um grito, mas ele era eu e eu não consegui gritar. Horrível! Acordei e fui para a cama do papai e da mamãe. Eu nem queria contar essa história no blog de tão assustadora, porque eu não quero assustar vocês. Mas já passou (ainda bem!), sonho é sonho e eu não preciso me preocupar.
Agora vou tomar banho e ir visitar a vovó. Tichau!