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quarta-feira, 26 de novembro de 2008

O balde mágico

Era uma vez um menino chamado Charlie. Charlie adorava brincar na areia com seus baldinhos. Um dia Charlie foi na loja de brinquedos com sua mãe e comprou um balde novo. Ele escolheu um balde verde com um pirulito.

Quando Charlie chegou em casa foi logo brincar com seu balde na areia. Quando ele colocou sua pá dentro do balde, a pá caiu e pufff, sumiu! Mas Charlie não tinha tirado a pá de dentro do balde!


De repente Charlie teve uma idéia. Enfiou os dois pés dentro do balde e puffff, foi parar dentro do balde. Charlie chegou em um mundo onde tudo era feito de doces. Ele andou um pouquinho e viu algumas casas feitas de doces, o sol era de M&Ms.

Tocou a campainha da primeira casa e adivinhem! Um biscoito abriu a porto e disse:
- Você não é desse país, é?
- Não, respondeu Charlie.
- Então seja bem vindo! Saia daqui e construa uma casa só para você.


Charlie saiu de lá e construiu uma casa de doces só para ele e viveu feliz para sempre com seu balde mágico e sua casa de doces.

domingo, 21 de setembro de 2008

domingo de bode

Hoje eu aprendi o que é um dia de bode. É aquele dia que você não tem nada prá fazer, o tempo também não colabora - está bem friozinho e nublado - e está todo mundo com preguiça. É hoje, domingo!



São 15h40 e eu ainda não tirei o pijama, também não escovei os dentes e nem larguei o travesseiro e a coberta. Só troquei de lugar: sai da cama e fui para o sofá! Só levantei para almoçar. Até o sorvete eu tomei no sofá.

Mas tem um porquê, além do tempo e da preguiça, ontem eu tive aula - é... alguns sábados eu tenho aula. Depois fui na casa da minha amiga Isadora porque foi aniversário dela, depois fui para uma festa e quando cheguei em casa já era muito tarde. Fui dormir depois de muito trololó as 23h30 e acordei as 08h. É claro que eu ia ficar com preguiça, né?!

Agora é que resolvi levantar para tomar banho e escrever este post. Daqui a pouco vou para a casa da vovó ZeLinda (vovó Zélia). Aí a coisa muda um pouco. Todo mundo vai prá casa da Vovó, todo mundo conversa, ri e brinca. Eu gosto muito de ficar com o vovô e a vovó. Depois vou até fazer um post sobre eles.

Eu tenho uma tia, a tia Fabi, que quase todos os dias da vida dela vai ao cinema. Inclusive no dia que eu nasci, depois que ela me visitou no hospital, ela foi assistir Shrek I, vocês acreditam?! Então, essa minha tia, em outro domingo (quase) de bode me contou sobre um filme... eu estava sentada na mesa na casa da vovó e ela começou a contar uma história de um moço que fugiu de casa e foi para o Alaska. Lá ele não tinha nada para comer e ficou lendo um livro que dava umas dicas sobre o que comer no Alaska. Seguindo as informações do livro ele pegou uma planta, mas era a planta errada e como sempre acontece, a planta era venenosa. Ai ele morreu, né?!

Por causa dessa história eu tive um pesadêlo (uhauhauhauha). O meu sonho foi assim: esse moço já tinha comido a planta quando encontrou um outro moço que tinha um ônibus mágico. O dono do ônibus foi pegar uma coisa dentro do ônibus (aí começou uma música assustadora) e quando ele voltou, o moço envenenado estava caído no chão mortinho da silva! Quando o moço do ônibus olhou bem direitinho viu os olhos do morto brilhando! Então ele tentou soltar um grito, mas ele era eu e eu não consegui gritar. Horrível! Acordei e fui para a cama do papai e da mamãe. Eu nem queria contar essa história no blog de tão assustadora, porque eu não quero assustar vocês. Mas já passou (ainda bem!), sonho é sonho e eu não preciso me preocupar.

Agora vou tomar banho e ir visitar a vovó. Tichau!

quinta-feira, 18 de setembro de 2008

polvo pernudo

Sempre que eu vou para a escola de manhãzinha as ruas estão muito cheias de carros. É carro até não acabar mais! Como é que as pessoas acordam tão cedo né?! Bom, mas hoje foi diferente...

Eu e a mamãe chegamos na primeira rua cheia de carros e não tinha nenhum! E a gente nem tinha acordado mais cedo. Chegamos na avenida e também não tinha nenhum! Só um pouco mais na frente é que a fila começou.

Aí a mamãe pensou que tinha um monstro na avenida que não deixava os carros passarem. E aí começou a história do Polvo Pernudo. Era assim:

O Polvo Monstro Pernudo morava na cidade de Pernudópolis, atrás do morro Tão Tão Distante. Ele era muiiiito grande, do tamanho de um arranha-céu. Tinha muitos tentáculos cheios de ventosas. Já seu filhinho, o Polvinho Pernudinho não era tão grande, mas era muito cheio de vontades e queria uns carrinhos de verdade para brincar. Como alguns pais o Polvo Pernudo deu um jeito de atender ao pedido do filho e resolver sair do Morro Tão Tão Distante e providenciar o presente.

Pegou uma caixa, do tamanho de uma loja que a gente frequenta, colocou debaixo do braço e lá se foi. Tum, tum, tum, lá vem o Polvo Pernudo.

Aí eu pensei que o Polvo Pernudo estava lá no Super Nosso e pegava todos os carros que estavam parados ou que passavam por ali. Por isso não tinha nenhum carro lá em cima na avenida!

De repente quando eu vi a mamãe já estava parando o carrro para me deixar na porta da escola. Eu nem estudei direito só pensando nesse Polvo Pernudo. Quando fui para o recreio fiquei na sala de espera da diretora pensando nele.

Contei para meu amigo Matheus e ele disse na maior falta de graça: "Você acredita em monstros?" Ele disse isso só porque ele faz judô e acha que é forte. Que dó dele! Respondi: "Eu não acredito, mas gosto de pensar! Qual o problema disso?".

Segredo, segredíssimo, pelo juramento de Ralu? Eu só tenho medo da Loira do Banheiro... mas isso é outra estória!



Genteeee, ganhei mais um selinho lindo da Sônia Regly. Olha que demais!
Adorei!
Obrigada!

terça-feira, 16 de setembro de 2008

Flávia

Antes de ter o meu blog a mamãe me falou da Flávia, que é uma moça que quando era criança foi nadar e o ralo da piscina puxou os cabelos dela e ela ficou presa e não conseguiu sair. Sempre que entro na piscina eu procuro o ralo. Vou lá e vejo se ele suga, mas nunca vi nada.

A Flávia está dormindo há 10 anos e já tem 20 anos!!! Então ela é como a Bela Adormecida. Vocês conhecem a história da Bela Adormecida? As vezes os adultos esquecem das historias então eu vou contar:

Ela era uma menina muito linda e querida pelos pais. Por um azar a fada que não tinha sido convidada para a festa de batizado lançou um feitiço e um dia ela furou o dedo na roca e caiu no sono por muitos anos. Em volta da princesa todos também dormiram e o palácio ficou um silêncio só, nem o vento soprava mais. As plantas foram crescendo, o palácio ficou escondido. Até que um dia o príncipe de outro reino ficou sabendo da princesinha que dormia há tempos e resolveu descobrir onde estava o tal palácio e a tal princesa. Passou pelas maiores dificuldades, os maiores sustos - tinha jacarés monstros, tigres bravos, cobras gigantes, cipós voadores, árvores que se mexiam e um monte de aranhas peludas. Finalmente ele conseguiu! Achou o palácio e a Bela Adormecida. E o vento voltou a soprar, a primavera também, os passarinhos e todas as coisas bonitas da vida.

Assim podia também ser a história da Flávia. Eu não leio do blog dela - minha mãe diz que não tenho idade. Então fiquei sabendo que hoje era dia de falar da Flávia e eu resolvi contar a história.