Eu e a mamãe chegamos na primeira rua cheia de carros e não tinha nenhum! E a gente nem tinha acordado mais cedo. Chegamos na avenida e também não tinha nenhum! Só um pouco mais na frente é que a fila começou.
Aí a mamãe pensou que tinha um monstro na avenida que não deixava os carros passarem. E aí começou a história do Polvo Pernudo. Era assim:
O Polvo Monstro Pernudo morava na cidade de Pernudópolis, atrás do morro Tão Tão Distante. Ele era muiiiito grande, do tamanho de um arranha-céu. Tinha muitos tentáculos cheios de ventosas. Já seu filhinho, o Polvinho Pernudinho não era tão grande, mas era muito cheio de vontades e queria uns carrinhos de verdade para brincar. Como alguns pais o Polvo Pernudo deu um jeito de atender ao pedido do filho e resolver sair do Morro Tão Tão Distante e providenciar o presente.
Pegou uma caixa, do tamanho de uma loja que a gente frequenta, colocou debaixo do braço e lá se foi. Tum, tum, tum, lá vem o Polvo Pernudo.
Aí eu pensei que o Polvo Pernudo estava lá no Super Nosso e pegava todos os carros que estavam parados ou que passavam por ali. Por isso não tinha nenhum carro lá em cima na avenida!
De repente quando eu vi a mamãe já estava parando o carrro para me deixar na porta da escola. Eu nem estudei direito só pensando nesse Polvo Pernudo. Quando fui para o recreio fiquei na sala de espera da diretora pensando nele.
Contei para meu amigo Matheus e ele disse na maior falta de graça: "Você acredita em monstros?" Ele disse isso só porque ele faz judô e acha que é forte. Que dó dele! Respondi: "Eu não acredito, mas gosto de pensar! Qual o problema disso?".
Segredo, segredíssimo, pelo juramento de Ralu? Eu só tenho medo da

Genteeee, ganhei mais um selinho lindo da Sônia Regly. Olha que demais!
Adorei!
Obrigada!
